Zagueiro completa 200 jogos pelo Corinthians, reencontra o santista neste domingo e sonha com título da Libertadores para fechar ciclo de conquistas
Chicão em entrevista no Timão (Foto: Ag. Estado)
Um dos símbolos do renascimento corintiano desde a queda para a Série
B, Chicão também precisou se reerguer para voltar a fazer sucesso. Ídolo
da torcida e capitão de um time vitorioso, o zagueiro caiu em desgraça
no fim do ano passado com o pedido para não ficar no banco de reservas
no clássico contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro. Poucos meses
depois, veio a virada em grande estilo e com uma pitada de sorte. Neste
domingo, na Vila Belmiro, o defensor completa 200 jogos com a camisa
alvinegra sendo um dos pontos altos da defesa menos vazada do Paulistão -
quatro gols sofridos.Nesta entrevista exclusiva ao GLOBOESPORTE.COM, Chicão celebra o novo momento da carreira e revela que um doloroso período da vida serviu como exemplo para a rápida redenção. Neymar, claro, também foi assunto. Depois do polêmico chapéu que recebeu em 2009 e das duras críticas que fez, ele vê o craque santista mais maduro e complicado de ser parado.
- Hoje está mais difícil de marcar porque ele não cai mais – afirma.
Em meio ao clássico deste final de semana, Chicão garante que continua como um dos líderes do grupo mesmo sem usar a braçadeira de capitão e encarna o espírito corintiano para sonhar com o inédito da Taça Libertadores. É o que falta para coroar a carreira de alguém que, em 2004, ficou desempregado por oito meses e quase abandonou o futebol.
- Ninguém esqueceria o Chicão com esse título.
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